domingo, 1 de agosto de 2010

Whatever will be will be

"E não adianta ficar bravo com o mundo, ele te leva pra onde quiser."
Máquina de pinball - Clarah Averbuck


Ha menos de um mes usei a frase acima em um post republicado dos meus dias de A verdadeira identidade de Lois Lane, meu primeiro e ja falecido blog.
Lois Lane me serviu de desabafo e companhia quando me mudei para o Rio de Janeiro. Sim, em um determinado momento da vida mudei para o Rio de Janeiro e por um período um bem feliz inclusive. Mas isso nao vem ao caso agora.
Ou de certa forma ate venha ao caso. Nao tenho certeza.
Ja programei muitas coisas na vida. Ja programei uma vida completamente diferente da que vivo hoje e posso dizer com toda a certeza do mundo que programar de quase nada vale. A vida segue um rumo próprio. Quem manda na real é o universo, o destino, Steve Jobs ou D'us. Ao menos comigo tem sido muito assim. Meus planos nao necessariamente me obedecem ou ao menos ano quando eu gostaria.
Ha algum tempo tinha uma vontade que era o que me movia. Um desejo especifico e brutal Queria. Quis e quis ate que a vida me levou para outro caminho e a oferta me foi feita. Nao mais podia aceitar. A vida havia me levado para outro caminho.
E mais uma vez... e agora mais uma vez espero, sem expectativas, a vida decidir o que sera.



sábado, 31 de julho de 2010

Uma opinião sobre fontes religiosas antigas...

Minha especialidade é arte. Passei a me interessar pela história das religiões quando fui orientada em meu mestrado por um judeu americano. Sua cabeça antecipava o século XXI e nas sextas feiras ia à sinagoga. Alguma coisa me incomodava nessa atitude dele e um dia conversando sobre o problema ouvi suas razões. Depois disso o assunto não saiu mais de pauta. Por coincidência, assisti algumas palestras, versando sobre costumes religiosos, fazendo-me retornar a questão, agora iluminada pela transcrição de documentos encontrados em Qumran.
Qual a origem dos judeus? Alguns historiadores afirmam serem eles os drandâlas, pedreiros mencionados por Vina-Snati, exilados da Índia. São descendentes dos fenícios, dizia Heródoto. Para Josefo, pertenciam ao grupo indo-árico de origem semita, e tornaram-se conhecidos no Egito como hicsos. Ária correspondia a uma região na Índia Setentrional. A palavra deu origem aos termos ariano e aristocrata. Ainda hoje, os armênios são designados arianos, com conotação de sangue puro. Todas essas hipóteses relacionadas às raízes do povo judeu possuem um fundo de verdade, então ele pode ser todos ou nenhum deles.
Essa introdução serve como encaminhamento para o assunto religião. Champollion demonstrou: os livros sagrados do Egito eram mais antigos do que a parte mais antiga do Gênese e a civilização egípcia devia suas instituições civis e artísticas à Mesopotâmia e à Índia. Tudo começou há 6.000 anos com Gilgamesh e suas indagações sobre vida eterna.
A opinião emitida aqui está baseada em livros recentes de David Flusser, um professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Ele é um estudioso do Novo Testamento e acompanha as traduções dos Manuscritos do Mar Morto. É perigoso generalizar, mas ao sair da segunda reunião, pensei há verdades e mitos em qualquer sistema teológico. Lembrei-me também de um ditado hebraico: quatro judeus, cinco opiniões... ao imaginar a época em que Jesus nasceu. Naquele momento, além do judaísmo oficial, havia vinte e quatro seitas espalhadas por Israel. À tradução dos manuscritos de Qumran evidencia mais similaridades do que diferenças entre judaísmo, cristianismo e essênios, grupo radical que vivia no deserto, onde supostamente João Batista foi educado.
Na opinião dos judeus, o tempo dos milagres e das profecias havia passado, embora existisse uma expectativa em relação à vinda de um profeta escatológico antecedendo ao Salvador. O tema do Messias sacerdote e do Messias real apareceu nos pergaminhos dos essênios, nos testamentos dos Doze Patriarcas e na literatura rabínica, o Novo Testamento combinou essas funções e encontrou sua realização em Jesus.
Flusser fez um cauteloso estudo perguntando até que ponto o midrash reflete crenças judaicas antigas e como essas orações apareceram no cristianismo. Buscou reforço na famosa passagem do Talmude quando o rabi Eleazar ben Arak louva o sacerdote Yose dizendo: "Abençoado és tu e abençoada é aquela que te gerou, e abençoado são meus olhos que viram isso." Em hebraico, essa era uma forma natural de elogiar alguém que desse uma resposta correta ou fosse um sábio. Semelhantes palavras foram ditas por Isabel à Maria. "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre."
Todos os evangelhos têm uma pré-história complicada. Não se sabe o processo de transferência de uma fonte oral para uma escrita, embora a existência de afinidade entre a forma e a estrutura dos textos seja visível. O Novo Testamento contém vestígios da messianologia primitiva, que por sua vez têm raízes em fontes judaicas. Portanto, a pergunta levantada aqui não é se Deus existe, mas qual a origem do monoteísmo. Ele foi uma resposta para a sociedade do século I que procurava não um deus, mas o Deus, confirmando a teoria de Freud que o monoteísmo hebraico teve como matriz as ideias de Akhenathon, pois as semelhanças são notáveis!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A INTIMIDADE E A PALMADA

Olá. Estou de volta.

Gostaria de comentar com vocês um tema que carrega forte pendor jurídico, mas que creio ser de interesse de todos.

Como todos já devem saber, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei bastante polêmico, de autoria da Deputada Federal Maria do Rosário (PT-RS), que pretende – segundo o site da própria deputada - “abolir a prática de castigos corporais contra meninos e meninas”, sejam eles praticados sob quaisquer circunstâncias e escusas. Como já alardeado pela mídia, caso aprovada, a Lei poderia ser utilizada como base jurídica para impedir que os pais façam uso das “palmadinhas” como instrumento na orientação de seus rebentos. Muito embora me pareça bastante vaga a efetividade social dessa possível Lei, entendo que antes de mergulharmos em discussões de fundo psicológico e moral é preciso que analisemos o panorama histórico contemporâneo que faz com que inúmeras Leis tenham hoje essa capacidade de elevar os ânimos, justamente por romper as fronteiras da intimidade das famílias.

A mentalidade liberal, típica de fins do século XIX e início do XX, entendia que o Estado deveria manter-se distante da vida cotidiana dos homens, de modo a evitar possíveis abusos do poder estabelecido. Contudo, o próprio desenvolvimento das sociedades terminou por exigir (justamente para evitar o caos) que o Estado agisse, posicionando-se cada vez mais como ente regulador das relações sociais, econômicas e trabalhistas. Mas foi principalmente o ganho de força e legitimidade na esfera internacional das Declarações de Direitos Humanos que deu o empurrão final para que o Direito pudesse decidir acerca do que ocorria do lado de dentro dos lares.

Naquele tempo, a cultura e a moral em voga exigia que o Estado se mantivesse longe dos interesses particulares, enquanto alardeava que o homem, o pai, era o detentor da capacidade decisória da família, com poderes (quase) absolutos dentro das dependências de seu pequeno reino, de seu feudo residencial. Subjugados à ele estavam a esposa e a prole. Todos lhe deviam respeito e fidelidade. E, nessa relação, infinitas barbaridades ocorriam, sempre à distância dos olhos do Estado e com a bênção de uma moral duvidosa. Contudo, a constatação de que esse terreno era bastante fértil para a ocorrência de iniqüidades que fez com que, paulatinamente, os Estados ocidentais fossem afastando a presunção de que “a casa é um asilo inviolável da família”, e de que a intimidade – por mais nefasta que às vezes fosse – estivesse sempre alheia à tutela estatal.

No plano jurídico, dentre os recentes impulsos no sentido de uma horizontalização do poder na família, pode-se citar a Constituição Federal de 1988, que afirma expressamente serem “os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal (...) exercidos igualmente pelo homem e pela mulher”. No mesmo sentido o atual Código Civil aponta a existência de um “poder familiar”, exercido pelo pai e pela mãe, e não mais um “pátrio poder”, unicamente atributo do homem.

Mas foi definitivamente com a lei Maria da Penha que a sociedade admitiu que a intimidade pode ser desconsiderada no caso de valores maiores e mais nobres (como é a própria dignidade dos indivíduos, sejam homem, mulheres ou crianças) serem colocados a perigo. Afinal, essa Lei busca aumentar o rigor das punições no caso de agressões ocorridas no âmbito familiar.

É neste desenrolar histórico que deve ser inserido e compreendido o projeto da “Lei da palmada”. Afinal, ele é apenas mais uma peça num paulatino movimento de irradiação dos direitos humanos para esferas cada vez mais específicas e particulares das relações humanas.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Atualmente, muito se fala a respeito de preservação ao meio ambiente, mas pouco se faz na prática. Confira aqui dez invenções inusitadas que respeitam a Mãe Natureza:

HOTEL OFERECE REFEIÇÕES DE GRAÇA PARA QUEM ESTIVER DISPOSTO A GERAR ELETRICIDADE
O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca , oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade – aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.
BAR CAPTA ENERGIA PRODUZIDA PELA DANÇA DE SEUS FREQUENTADORES
Todas as luzes e os sons de uma “balada” gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.

BORDEL OFERECE DESCONTO AOS CLIENTES QUE FOREM DE BICICLETA
Uma casa de diversão adulta encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do bordel “Maison D’envie”, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram ao bordel pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos.
EMPRESA CRIA IMPRESSORA QUE NÃO USA TINTA NEM PAPEL
Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d’água, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.
UNIVERSIDADE CONSTROI “TELHADO VERDE”
O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.
DESIGNEr CRIA PIA QUE UTILIZA ÁGUA DESPERDIÇADA PARA REGAR PLANTA
Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado eu ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.
DESIGNER CRIA CHUVEIRO QUE O OBRIGA A SAIR QUANDO JÁ DESPERDIÇOU MUITA ÁGUA
O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante (é, você mesmo!). O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água. Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho – seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.
DESIGNER CRIA INTERRUPTOR QUE MUDA DE COR PARA ENSINAR CRIANÇAS A ECONOMIZAR ENERGIA
Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, há quanto tempo a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa se atreve a deixar a luz acesa por mais de oito horas, o até então amigável fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças comecem a tomar consciência do desperdício de energia logo cedo, e de uma maneira divertida.
EMPRESA CRIA GRAMPEADOR SEM GRAMPOS PARA EVITAR POLUIÇÃO
Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele “recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas”. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre de grampeadores com grampos.

DESIGNER CRIA CARREGADOR DE IPHONE ALIMENTADO POR APERTO DE MÃO
Eis uma invenção que dará uma mão na economia de energia. Carregue seu iPhone com um aperto de mão! O conceito foi chamado de “You can work it out” – uma brincadeira entre encontrar uma solução (work it out) e exercitar-se (to work out) – e foi pensado por Mac Funamizu.

sábado, 24 de julho de 2010

MAR MORTO


Em 1945 apareceram os Manuscritos de Nag Hammadi. Dois anos depois, 930 fragmentos em hebraico, aramaico e grego foram encontrados em Qumran, conhecidos como Manuscritos do Mar Morto. A École Biblique et Archéologique Française está traduzindo o material, que fala do antigo e novo testamento e de uma seita nascida no Egito de Akhenathon, da qual os essênios eram seguidores. Dizem que a família sagrada fugiu para o Egito, quando Herodes perseguiu e matou crianças. Eu sempre me perguntei por quanto tempo eles ficaram lá, pois há um vácuo na vida deles nesse período. Teria Cristo contato com a doutrina monoteísta no Egito? O Jesus histórico é um campo de calorosos debates esbarrando em convicções, as inimigas mais perigosas da verdade, diria Nietzsche.
Os evangelhos mostram Jesus e João Batista sendo chamados de rabi. Não existem provas de que um deles tenha um estudo aprofundado da Toráh, porém a hipótese não pode ser descartada. Lembro-me de ter lido em algum lugar que o pai de João era rabino e teria deixado seu filho com os essênios para receber uma educação adequada. A maneira de viver do homem que veio do deserto, de vestir-se e até de batizar remete aos essênios, grupo conservador de judeus que haviam abandonado o Templo por divergências profundas relacionadas à helenização da cultura judaica. Os historiadores escreveram sobre Cristo e seus relacionamentos conflituosos ou amigáveis, porque aqui está se falando de um profeta escatológico ao estilo de Elias, que mantinha contatos com importantes agregados judaicos, em especial os fariseus, os saduceus e por que não... os essênios! Qual era o tom desses intercâmbios?
Seus seguidores formavam uma rede de apoio para suas andanças podendo ser divididos em três círculos concêntricos: a multidão que o ouvia em suas pregações; o grupo intermediário de adeptos, os quais pactuavam de suas ideias e os apóstolos, um conjunto restrito, simbolizando as doze tribos de Israel. Evidentemente a divisão é acadêmica e mesmo verdadeira não reflete a situação complicada do século I. Eram diversos grupos brigando por predomínio e poder político ou religioso. O fato de Jesus persuadir seus correligionários a aceitar uma mensagem e seguir sob sua liderança o colocou na rota de colisão com os fariseus, que tiveram uma importância vital para a sobrevivência do judaísmo.
Vamos enfrentar a complicação adicional de um retrato dessa época: fariseus, saduceus, macabeus, zelotes e cananeus, todos reunindo as características do fervor religioso e compromisso social. Desses, os fariseus, têm importância vital para o judaísmo, pois eles criaram uma lei oral e a sinagoga como instituição. O termo pode ser traduzido por separados, ou seja, uma dissidência legalista. Eles se consideravam a verdadeira comunidade hassidim/os piedosos e apoiaram a revolta dos macabeus contra o império Selêucida. Desiludidos com a política se voltaram para a religião esperando a vinda do Messias. Os essênios são oriundos do mesmo agrupamento e foram viver na zona rural ladeando o mar Morto, onde foram encontrados os manuscritos que traduzidos podem mudar a face do cristianismo e judaísmo. Interessante é destacar que se dividiam em subgrupos de doze com um líder chamado “mestre da justiça.” Acreditavam em milagres através da imposição das mãos, vestiam roupas brancas, não cortavam os cabelos, não tocavam em cadáveres, não empregavam alimentos e bebidas fermentados, a comida estava sujeita as regras de purificação e foram chamados de nazarenos devido aos votos nazaritas e não por causa da cidade de Nazaré. O termo saduceu indica: pertencente ao partido da estirpe sacerdotal dominante eram os ritualistas e estavam próximos dos princípios gregos. Tratava-se de religião ou política? Pelo pouco que li dos manuscritos pode-se considerar como política praticada por grupos religiosos.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

E mais música boa...